Entre a dor e o renascimento: um trecho do meu caminho
- Gerailson José de Oliveira
- 24 de set. de 2025
- 2 min de leitura
Atualizado: 2 de out. de 2025
No meu primeiro livro, Eu vou morrer sim! Mas ninguém vai morrer por mim, escrevi versos que nasceram em noites de solidão, mas que traziam uma semente de esperança. Eram palavras duras, mas que guardavam dentro de meu coração o convite para o recomeço.
Hoje, nesse Diário de Inspirações, quero compartilhar um desses fragmentos com você.
“Não tenho medo da morte, mas temo não ter vivido.Porque morrer é destino, mas viver é escolha.E eu escolho viver todos os dias,mesmo quando a vida me diz o contrário.”

Esse poema, que nasceu em um momento de fragilidade, hoje ganha outro sentido na minha trajetória. Ele não é apenas um desabafo, mas um marco da transição entre a dor e a busca pela vida plena.
A ponte para o próximo livro
O poema também é uma porta de entrada para o que estou escrevendo agora em em meu novo livro. Se o primeiro livro foi um grito de alerta, este novo é um canto de renascimento. É nele que falo da escolha diária de viver, da coragem de se reerguer e da beleza de encontrar sentido até nas pequenas coisas.
Por que compartilhar poesia aqui
Decidi trazer este trecho para o blog porque acredito que a poesia precisa respirar fora das páginas impressas. Aqui, ela encontra novos leitores, novas interpretações e, quem sabe, um coração que estava precisando ouvir exatamente essas palavras.
“A poesia é o lugar onde a dor se transforma em ponte, e o silêncio em reencontro.”
Um convite ao leitor
Se este poema tocou você, deixe seu comentário. Quero que o Diário de Inspirações seja um espaço vivo, onde minhas palavras se encontrem com as suas histórias.
E, se ainda não conhece o meu livro Eu vou morrer sim!, essa é uma boa oportunidade de mergulhar na obra completa — cada página é uma conversa sincera, assim como essa que estamos tendo aqui.


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